ATÉ AONDE IREMOS?

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Etiquetas: Reflexões

O mundo vive uma grande inovação de valores que vão de encontro a outras culturas consideradas ultrapassadas e fora dos novos paradigmas. Mas algo faz despertar para uma série de indagações, em que a principal delas consiste em sabermos até aonde iremos chegar. A evolução da sociedade ganha novos patamares que parece não ter limites dos avanços que vão sendo alcançados a cada dia. É o mundo onde os veículos de informação e comunicação quebram cada vez mais as distâncias. Isso, sem dúvida, é algo louvável. No entanto, ao mesmo tempo em que a tecnologia avança de forma surpreendente trazendo mil e uma facilidades para atender as necessidades humanas, por outro lado vamos percebendo algo muito abominável e terrível: a violência humana incontrolável. Por que isso então? Nunca se viu tantos atos bárbaros praticados pelo ser humano como temos presenciado a partir dos últimos vinte anos. E aonde isso vai ter seu final? Será que a conquista do progresso e do desenvolvimento socioeconômico e científico-tecnológico têm a ver com essa realidade assolada pela violência humana ou será o cumprimento de previsões apocalípticas? Tudo leva a crer que a última indagação está correta. 

Todavia, diante de tal realidade outra indagação vem surgir: se todos esses acontecimentos tristes ocorrem numa atualidade em que nos deparamos com um mundo maravilhoso de avanços tecnológicos e científicos, bem como econômico e intelectual, vale a pena viver? O mundo novo sem dúvida é fruto da evolução da capacidade criativa e intelectual que o homem faz multiplicar de maneira ilimitada. A preocupação diante disso é que o ser humano não consegue impedir os acontecimentos adversos que a violência e a desestruturação do relacionamento familiar chegam a registrar. Até parece que o mal está vencendo o bem. Todavia, uma coisa é certa: se todas essas ocorrências resultam em cumprimento de previsões proféticas provenientes de Deus, o Senhor Supremo e Eterno, não resta dúvida de que não temos como impedir. 

É óbvio que a vida jamais pode deixar de exercer o seu primeiro lugar diante de todas as coisas, porque ela é o princípio e a razão de tudo. A evolução que alcançamos cada vez mais tem sua razão de ser. No entanto, quando essa evolução chega ao ponto de criar consequências para a vida, então tudo deixa evidente que é preciso se pensar até que ponto as inovações atingirão. A humanidade em si caminha levada pelo consumismo de tudo que a tecnologia lança, porque o que importa para as pessoas é consumir para satisfazer suas necessidades e vaidades exacerbadas. Essa é a realidade nua e crua da sociedade presente que parece não se preocupar com as consequências que podem advir. 

No entanto, diante de tudo isso vem a seguinte indagação: como viverá as gerações de um futuro próximo quando já estamos enfrentando as consequências de um mundo atingido por tantas adversidades? Não podemos parar no tempo e no espaço, isso é verdade, mas se somos fruto de uma criação superior que nos deu uma mente para pensar como agir, uma mente para que analisemos os riscos e consequências do que fazemos, logo, somos a causa de resultados desagradáveis que venham ocorrer a cada dia. Precisamos pensar nas gerações futuras, porque elas são a nossa continuidade e, também, pelo fato de que cada geração deve assumir a responsabilidade pela vida e tudo o que se faz necessário para assegurar a existência humana. Pensar no que podemos deixar de positivo e importante para as gerações que nos sucederão é procurar buscar a responsabilidade pela vida sem alimentação de egoísmo e indiferença.

Parametros Livraria
ISBN 978-85-411-1284-0
Acabamento Brochura
Edição Primeira
Ano 2017
Páginas 160
Altura 21 cm
Largura 15 cm
Peso 213 grs
Idioma Português
Cidade São Paulo
Estado SP

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